As desigualdades em saúde estão expressas em todos os países, estando diretamente ligadas a processos individuais e coletivos. Diante do impacto que as desigualdades em saúde têm provocado ao longo do tempo torna-se necessário que este tema seja discutido em suas variadas formas.
Sabe-se que existe uma estreita relação entre saúde, desigualdades, sistemas de saúde, condições socioeconômicas, culturais, políticas, entre outros. O “ideal” poderia ser expresso com uma distribuição equitativa para tentar remediar essas desigualdades sociais? Será que com apenas isso o problema da desigualdade estaria resolvido? Claro que precisaríamos fazer uma distribuição equitativa de recursos para os sistemas de saúde, para a população, utilizando com base a regionalização em saúde, para desta forma, favorecer aqueles que apresentem maior necessidade ou risco de “adoecer ou morrer”, podendo desta forma constituir como alguns autores chamam de “discriminação positiva”. Ou seja, não utilizando a visão normativa que é levada em conta até hoje, mas apenas isso acabaria com as desigualdades? E as desigualdades culturais? Religiosas? Outras talvez...Que direta ou indiretamente influenciam na saúde do indivíduo ou no próprio coletivo. Seriam questões também para se discutir.
No texto é falado sobre a regra do pareto constituída por Amartya Sen - em que a soma das “prioridades” individuais seria a da sociedade, da coletividade. Mas não é tendo a equidade ou igualdade, depende da maneira de ver o conceito das palavras em questão, individual que se terá a coletiva, pois a necessidade de cada um não necessariamente constitui a necessidade de todos, o que acabaria como a citação da nota que diz: “ ....este será, na verdade capaz de produzir resultados fortemente anti-igualitários”.
Sabe-se que existe uma estreita relação entre saúde, desigualdades, sistemas de saúde, condições socioeconômicas, culturais, políticas, entre outros. O “ideal” poderia ser expresso com uma distribuição equitativa para tentar remediar essas desigualdades sociais? Será que com apenas isso o problema da desigualdade estaria resolvido? Claro que precisaríamos fazer uma distribuição equitativa de recursos para os sistemas de saúde, para a população, utilizando com base a regionalização em saúde, para desta forma, favorecer aqueles que apresentem maior necessidade ou risco de “adoecer ou morrer”, podendo desta forma constituir como alguns autores chamam de “discriminação positiva”. Ou seja, não utilizando a visão normativa que é levada em conta até hoje, mas apenas isso acabaria com as desigualdades? E as desigualdades culturais? Religiosas? Outras talvez...Que direta ou indiretamente influenciam na saúde do indivíduo ou no próprio coletivo. Seriam questões também para se discutir.
No texto é falado sobre a regra do pareto constituída por Amartya Sen - em que a soma das “prioridades” individuais seria a da sociedade, da coletividade. Mas não é tendo a equidade ou igualdade, depende da maneira de ver o conceito das palavras em questão, individual que se terá a coletiva, pois a necessidade de cada um não necessariamente constitui a necessidade de todos, o que acabaria como a citação da nota que diz: “ ....este será, na verdade capaz de produzir resultados fortemente anti-igualitários”.
Cíntia Calmon
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